"Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução" Oséias, 4.6


Marcelo Costa

PREFERIR MORRER, A FAZER ALGO QUE SEI SER CONTRA A VONTADE DE DEUS


Diz o livro de Oséias, que o povo de Deus se perde por falta de conhecimento. Dizia um bispo aos seus seminaristas que, se eles não lessem e estudassem continuamente os ensinamentos da Igreja, Sua Doutrina, acabariam por se tornar traidores.

De fato, chegamos a um momento em que devemos, tanto quanto possamos - e eu diria até que ainda mais que antes - estudar, literalmente estudar, o que a Igreja ensina.

Antigamente, ouvir um padre e seguir os seus conselhos, era garantia de trilhar caminho correto.

Hoje, porém, é preciso procurar bastante e com muito critério para que encontremos um padre absolutamente confiável no seu discurso.

É triste dizê-lo, mas é a verdade.

Prezados Padres, que ouviram e podem ainda ler, e isso hoje, é um verdadeiro privilégio, escritos de Dom Antônio de Castro Mayer, o gigante de Campos, de Dom Marcel Lefebvre, extraordinário Bispo Francês.

Sejam fiéis, com sua própria vida mesmo, se necessário, para defender o que estes dois Bispos defenderam até a morte: A verdadeira Doutrina Católica, imutável, com Seus Dogmas, Sua Tradição, Sua Liturgia, exatamente como foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Que nova declaração, humilhando a fé e a moral Católica, podemos esperar, vindo da própria hierarquia, nos dias de hoje? Humilhação que parece não ter fim, e que piora a cada dia.

Que nova mentira ou heresia pública vindas dos modernistas infiltrados na Verdadeira Igreja de Cristo necessitamos para reagirmos?

Os verdadeiros Católicos, devem recorrer então, a um sacerdote verdadeiramente Católico, que segue a orientação Tradicional da Doutrina e do Magistério da Igreja de sempre.

Devem buscar a Missa de sempre.

É hoje, atitude necessária, e que não merece pena ou castigo algum, a resistência às autoridades eclesiásticas, quando elas não ilustram a Doutrina da Tradição Apostólica, e permitem que seja maculada, a Fé imaculada, ou seja, quando trabalham na auto-demolição da Igreja, e na perdição das almas dos fiéis.

E não podemos jamais nos esquecer, que ninguém, absolutamente ninguém, está acima da Lei divina. Nem o próprio Papa. Não existe nenhuma circunstância, em que se obrigue a um Católico, a aceitar o erro, sem que ele cometa pecado, e que sua fé diminua.

E não tenhamos medo de covardes ameaças de excomunhão, pois não professamos nenhum erro doutrinário, mas sim, manifestamos nossa completa fidelidade à Igreja e Sua Tradição Doutrinária e Litúrgica.

Não negamos absolutamente, a infalibilidade pontifícia, portanto, não somos sedevacantes. Constatamos e apontamos sim, o favorecimento da heresia, e o caráter heretizante das novas reformas litúrgicas.

Quanto à frase alegada ‘onde está Pedro está a Igreja’, ela vale quando o Papa se comporta como Papa e chefe da Igreja; caso contrário, nem a Igreja está nele, nem ele está na Igreja.

Dizia Dom Antônio de Castro Mayer: “A implantação do Reinado de Jesus Cristo na sociedade, é meta apostólica que incumbe a todos os fiéis”. Dom Bernard Tissier de Mallerais, bispo da FSSPX, diz: “A grande apostasia vem crescendo; os jovens estão quase completamente perdidos na impureza e nas drogas.

O reinado social de Cristo está completamente destruído pela liberdade religiosa e pelos direitos do homem. Estamos vivendo a grande apostasia da qual fala São Paulo aos Tessalonicenses.

Aonde está a Igreja, meus caros? Reconhece-se a árvore pelos frutos.

Onde estão os frutos, aí está a Igreja.

Eu não quero dizer que a Igreja está reduzida à Fraternidade, mas que seu coração é a Fraternidade.

A verdadeira Fé, o verdadeiro ensinamento, os sacramentos não-bastardos, tudo isso está na Fraternidade.

Em todos os outros lugares existe uma mistura cheia de compromissos por causa do liberalismo e da fraqueza dos espíritos.

A Igreja paralela é a do Vaticano II – Nova Igreja: seu espírito, sua nova religião ou não-religião.

O mais importante desenvolvimento dos últimos anos, foi o milagre da continuação e a sobrevivência da Tradição. Então, não parem, não procurem “reconciliação”, mas lutem! Consequentemente, a luta contra a liberdade religiosa, não pode ser separada da luta pela Missa.

O mesmo vale para a luta contra o ecumenismo. Eu não vejo separação entre a luta pela Missa, a luta pelo espírito cristão de sacrifício e a luta pelo reinado social de Cristo.

Os modernistas não vêem diferença entre a sua Nova Missa, sua recusa ao mistério da Redenção, e sua negação do reinado social de Jesus Cristo”, finaliza o Bispo.

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